Em sua mão dormia uma rosa. Ao lado da rosa existiam polegares petulantes, que não conseguiam parar de fazer círculos e círculos em volta de suas doces pétalas vermelhas e frias.
Em seu coração havia uma dor, que só crescia e crescia. Em sua frente, havia fogo que só crepitava e crepitava.
O sorriso em sua face, histérico e paralítico, revelava a sua mente deturpada que somente conseguia pensar no senhorio que lhe deu a rosa. Agora em cinzas, para lhe lembrar a dor que só crescia e crescia. Entretanto, seus polegares petulantes só conseguiam fazer círculos e círculos, para amenizar as lágrimas que caíam sobre a rosa.
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